Mushi Sentai Slyranger - Layer 11

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Mushi Sentai Slyranger - Layer 11

Mensagempor FanficMaster » 11 Nov 2017, 20:40

Depois de alguns contra-tempos, trago mais um capitulo fresquinho de Slyranger! Desculpem se tiver ficado grande demais. Boa leitura! ^_-

Soya! No capítulo anterior...
- Idiotas! – ele batia em alguns soldados Kallars. – Deixaram que o traidor escapasse! Perdi minha presa por causa de vocês, inúteis!!!
O vilão chutava os soldados desaparecendo dali. Ao ver que tudo estava tranquilo e seguro, Takeru desfaz a camuflagem mostrando realmente ter se escondido em uma das pedras ali. Ele respirava aliviado.
GreenMantis era jogado para lá por um ataque dos soldados Kallar. Hellofaya o segura pelo pescoço no que um vento muito forte carregava folhas. O vilão parecia se deliciar enquanto apertava seu pescoço.
- Hahahahaha, WhiteKumo tinha razão. – o vilão dizia. – Você é muito estúpido, GreenMantis!
Hellofaya faz com que dois espinhos crescessem em seus ombros e perfurassem as mãos de BlueChoo que acaba o soltando. Em seguida ele salta e atinge BlackKuwagatta com as duas mãos e começa a esmurra-lo no chão.
HelloFaya se vira e dispara um raio de sua cabeça revelando que o que pareciam ser olhos nunca foram na verdade. O líder dos Slyranger cai no chão e o vilão voltava a se decepcionar.
Hellofaya desaparece diante dos nossos heróis sem a menor explicação. O príncipe Eyes os encara enquanto os Slyranger armavam em posição de defesa.
- Oh, eu poderia acabar com vocês num estalar de dedos agora. - comentava o príncipe.
O vilão desaparece deixando todos perplexos. A voz do príncipe ecoava pelos céus.
- Em breve todos vocês sucumbirão nas mãos do Império Vector! Hahahahahahha!

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Algumas crianças brincavam de jogar bola no quintal de uma escola aquela tarde. Iori driblava Kyo e Shingo até finalmente ficar cara a cara com Ryuji no gol. Os dois se encaram. Ryuji claramente temia o próximo movimento de Iori. O suor escorria por sua testa e ele engolia a seco. Os pombos que ciscavam por ali levantam voo quando Iori finalmente chuta a bola que faz uma curva rápida ao se direcionar como uma bala para o gol. Ryuji, temendo se machucar, desiste de tentar pegar a bola e apenas se encolhe em frente ao gol deixando a bola entrar e dando a vitória para Iori e Saiki.
O colega de Iori e Saiki se despedia deles após a partida enquanto os cinco se sentavam no meio fio em frente a escola.
- Foi uma boa partida, galera! – dizia Iori. Ele usava um uniforme de educação física assim como os outros. Tinha o cabelo bem curto, quase raspado, num castanho escuro. Ele sorria de canto. – Hehehehehe.
- Só se for pra você... – comentava Shingo olhando com raiva para Ryuji. – Esse gordo aí só fez a gente perder!
- Quem é que você tá chamando de gordo aí, hein? – dizia Ryuji não gostando nenhum pouco do que ouviu.
- Além de gordo ainda é lezado! – comentava Saiki rindo.
- Lezado é você! – Ryuji rebatia. – Só tira nota baixa, vai ver por isso que seus pais não moram mais juntos!
- Retira o que disse! – Saiki se irritava. Ele levanta e puxa Ryuji pela gola. – Anda, bola de boliche!
- Galera, calma aí! – Kyo se levantava assim como os outros, separando os dois.
Saiki e Ryuji se afastam um do outro. Irritado por conta da briga, Ryuji chuta a bola que entra em uma casa cuja porta estava aberta. Os cinco tomam um susto, pois nunca haviam visto aquela casa ali na frente da escola antes.
- Ah que beleza! O rolha de poço fez gordice..., de novo! – reclamava Saiki batendo palmas. – Parabéns!
- Saiki, to te avisando, cara! – ameaçava Ryuji.
- Vocês dois, parem com isso! – Kyo chamava a atenção deles virando-se para Ryuji. – Vai lá pegar a bola.
- Eu?! – Ryuji claramente estava com medo. – Porque eu?!
- Você chutou a bola, mané! – Iori se aproximava dando um tapa na nuca do amigo gordinho.
- Mas...
- Mas, o quê? – Saiki provocava. – Tá com medo, chupeta de baleia?
Ryuji estava irritado. Ele olha com raiva para Saiki que o olhava com desdém. Ryuji entra na casa desaparecendo no meio da escuridão dentro dela. Kyo ficava preocupado. Saiki, já cansado de esperar, resolve ele mesmo ir na casa. Iori ameaça ir atrás, mas Kyo tenta impedi-lo dizendo que tinha algo estranho. Iori ri e o empurra entrando na casa que fecha a porta na hora. Assustado com aquilo, Kyo corre o máximo que conseguia. A porta era de madeira, na cor branca e tinha um desenho nela. O desenho de uma borboleta na cor preta que agora brilhava.

Eles são guerreiros que lutam nas sombras... Guiados pelos Mushishin, os espíritos insetos... Eles são os ninjas insetos! Mushi Sentai Slyranger!
Abertura Oficial: https://youtu.be/wTm--zamhLw


Layer 11 – House of the Dead
Estava tudo muito quieto nas últimas semanas, nenhuma movimentação de Vector. Por causa disso, a Dra.Marie achou por bem dar uma folga aos nossos heróis e todos foram para o lago se refrescar. Eles desciam de uma van com Long correndo rapidamente até o lago mais abaixo, seguido de Akira que começava a jogar água no cachorro. Ele usava apenas uma bermuda de taquitel vermelha por cima de uma sunga.
- Nós devíamos estar treinando, nos preparando para qualquer ataque de Vector... – dizia Yui pensando em voz alta. Ele usava o mesmo que Akira, só que a bermuda era preta.
- Deixa de bobagem e vamos nos divertir um pouco! – Lina tocava o ombro do rapaz. Ela usava um short amarelo e uma blusa branca de manga cavada. Os cabelos soltos, algo raro de se ver.
Ela descia rapidamente indo de encontro a Akira e Long e juntando-se a brincadeira. Yui dá de ombros e acaba se juntando a eles, porém, um pouco mais afastado e sem participar da brincadeira. Decidira meditar. Hironobu se sentou próximo ao lago a uma distancia segura onde pudesse usar seu notebook sem o risco de ser molhado.
- Hm... Saiu mais um episódio de Jikan. – ajeitava os óculos. – Fascinante!
- Isso é o que chama de diversão? – questionava Marie que se aproximava do rapaz.
Hironobu nunca havia visto a doutora de forma casual antes. Estava tão acostumado em vê-la sempre em seu vestido e jaleco que nunca reparara no quão em forma e bela era a doutora. Marie repara que o rapaz não tirava os olhos dela.
- Hohohohoho, eu ainda sou bela! – pensava a doutora. – Hironobu-kun, seu safadinho!
Ela o via corar.
- Hahahaha, o coitadinho não consegue nem disfarçar... – continuava a pensar. – E se eu...
A doutora se espreguiçava de modo a jogar o busto para a frente. O rosto de Hironobu se avermelhava ainda mais. Ele ajeita os óculos e volta sua atenção para o computador, tentando não deixar na vista.
- Hahahahahha! – Marie ria com um brilho nos olhos, sentindo seu ego inflar. – Eu ainda estou com tudo!
- Doutora! – gritava Simas. – Oh doutora! A senhora podia me dar uma ajuda aqui, né?
Ele segurava uma porção de bóias para a segurança de todos. Marie olhava praquilo com uma mistura de tédio e desânimo.
- Simas, isso aqui é um lago e não o mar. Não temos praias aqui perto, temos?
- Não. – ele respondia.
- Então porque diabos trazer essas bóias?
- Segurança nunca é demais, doutora.
Marie revirava os olhos no que Naru se aproximava e ajudava Simas com elas. Lina a chamava para brincar com eles, mas Naru ficara tímida e travada.
- Que bobagem, amiga! – Lina dizia se aproximando. – Vamos, vem com a gente!
Naru não conseguia dizer nada. Apenas negava com a cabeça. Lina insiste e acaba convencendo Naru que, ainda muito tímida, brincava com eles. Yuu a olhava enquanto fingia meditar, para ele era impossível se concentrar com Naru sendo molhada daquela forma. Marie decide juntar-se a elas e uma guerra de água iniciava-se chamando a atenção dos garotos todos. Eles testemunhavam uma cena tipicamente Yuri. Eles podiam ver quase que com perfeição o corpo e o biquíni das três. O busto avantajado da doutora Marie era um páreo duro para o de Naru enquanto que o de Lina parecia apagado perto dos delas, mas o quadril compensava, especialmente em comparação ao da doutora que era bastante humilde, Simas bem via.
- Não vou perder pra essas garotinhas! – pensava a doutora entre uma gemida e outra com o bater das águas em seu corpo. – Podem ser jovens, mas eu ainda estou com tudo!
A doutora iniciava uma verdadeira batalha pessoal contra as meninas pela atenção dos rapazes enquanto as duas ninjas apenas se divertiam. Naru agora estava mais solta o que a tornava ainda mais bela aos olhos de Yuu. No entanto, o momento é cortado quando um garotinho corria desesperado tropeçando e rolando até o lago em que se encontravam.
- Ei, garoto! – dizia Simas se aproximando. – Você está bem? Se machucou?
- Por favor, moço! – dizia o garoto agarrando o braço de Simas desesperadamente. – Precisa me ajudar! Os meus amigos... eles... eles...
- Por favor se acalme. – Yuu se aproximava junto com os outros. – O que houve com seus amigos?
- A gente tinha acabado de brincar no pátio da escola. – explicava o garoto. – Nossa bola foi parar dentro de uma casa, os meus amigos foram pegar e a porta se fechou! Se fechou sozinha!
- Sozinha?! – indagavam todos em uníssono.
- Nenhuma porta se fecha sozinha. – dizia Yuu. – Está inventando isso.
- Não estou, moço! Juro que não! – o garoto se ajoelhava chorando. – Por favor! Ajudem os meus amigos! Por favor!
- Yuu, francamente! – Naru dava um beliscão no rapaz.
- Nós vamos te ajudar, poderia nos mostrar essa casa?
O garoto acenava com a cabeça. Eles entram todos na van e seguem em direção ao colégio do garoto, onde a casa misteriosa foi vista. Ela continuava lá. Parecia uma casa normal aos olhos comuns, mas Naru podia sentir uma energia estranha emanar dela. Principalmente da borboleta negra na porta.
- Muito bem, vamos nessa pessoal. – dizia Akira.
- Vamos todos. – ordenava Marie.
- Todos? – Simas dizia com receio. – Co-Como assim todos? Eu também?
- Você também! – dizia Marie. – É óbvio! Quero estudar melhor essa casa.
- Droga...
- Garoto. – Akira os interrompia. – Vá pra casa, nós cuidamos disso.
Os sete adentram a casa cuja porta se fechava sozinha atrás deles. Aquilo deixara Simas apavorado. Ele se agarra aos braços de Marie que o empurra o dizendo para ser homem. Tudo estava muito escuro, nem mesmo conseguiam se ver.
- Vo-Vocês estão aí ainda? – perguntava Simas.
Nenhuma resposta. O mesmo acontecia aos outros, por mais que tentassem falar entre si, não obtinham resposta alguma. De repente, o chão se abre abaixo de cada um deles que começam a cair até que uma luz ofuscava tudo. Marie abria os olhos com sua visão um pouco turva. Ela olhava em volta tentando entender o que havia acontecido.
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- Acho que tive um sonho. – comentava para si mesma ao notar que estava no laboratório da base Delux. A porta atrás dela se abre e quem aparecera a surpreendera demais. – Não pode ser... Dr.Jethro!!!
Enquanto isso, Simas acordava em um breu total. Ele não conseguia ver nada a sua frente.
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- Pessoal, cade vocês? – dizia o rapaz, mas nenhuma resposta foi obtida. Ele se via um tanto triste com aquilo. Aos poucos, ia sentindo-se abandonado. – Todos... Todos me deixaram para trás...
Simas abraçava as próprias pernas repetindo que havia sido abandonado, que não era importante e não ligavam para ele.
[Fortaleza Voadora Daishini]
Os vilões observavam o que acontecia com a doutora e Simas parecendo adorar aquela cena. Por mais que os outros dois ShiRei MaShou não gostassem de admitir, Hellofaya tinha acertado daquela vez.
- Dessa vez, você conseguiu, Hellofaya! – dizia o Imperador.
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- Obrigado, meu imperador. – Hellofaya fazendo reverência. – Sabia que compensaria por minhas falhas anteriores.
- Com os Slyrangers aprisionados em seus piores pesadelos, será uma questão de pouco tempo para que possa ser libertado, meu senhor. – dizia um monstro de rosto apavorante com diversos rostos pelo corpo. Ele usava um capuz e segurava o que parecia uma foice.
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- Está fazendo um ótimo trabalho, Vectoid Zugami. – dizia o príncipe Eyes. – Continue com o plano e vamos juntos trazer meu pai de volta a este mundo!
- Vida longa ao Imperador Vector! – diziam todos em uníssono.
De volta aos nossos heróis, Marie parecia contente em ver o Dr.Jethro ali o que deixava o doutor um tanto confuso.
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- Doutor, por favor, me diga, onde esteve esse tempo todo? – perguntava Marie.
- Ora, Marie! – ele parecia a recriminar. – Eu não me demorei tanto assim pra você fazer uma pergunta indiscreta como essa.
- O quê? – Marie ficava ainda mais confusa que o doutor. – Doutor, tem meses que não o vejo. O senhor desapareceu na expedição, lembra?
- Expedição? – Jethro parecia não entender. – Não sei do que esta falando.
Simas entrava naquele exato momento. Jethro parecia feliz em vê-lo, o chama até eles.
- Doutora, este aqui é... – ia dizendo ao ser interrompido por Marie.
- Simas! – ela o tocava assustando o rapaz. – Por favor! Diga ao doutor que faz tempo que não o vê também! Sobre a expedição, tudo! Acredito que ele está com algum tipo de amnésia.
- Olha, você não precisa inventar desculpas. – dizia Simas retirando suas mãos. – Você é bonita e tudo mais, mas...
- O quê?! – Marie se espantava. – Que forma é essa de falar comigo, Simas?! Me respeite, sou sua superior aqui!
O rapaz olhava confuso para ela e depois para Jethro.
- Doutora! – Jethro a repreendia. – Simas é um paleontólogo respeitado. Você é sim muito importante em nossa pesquisa, mas não confunda as coisas! – ele se aproxima de Simas tocando seu ombro. – O doutor Simas está aqui para liderar as coisas enquanto eu saio para a expedição. Quero que você o auxilie da melhor forma possível.
- C-Como é?! – Marie gaguejava. – Auxiliar Simas?! Isso só pode ser um pesadelo! Um pesadelo!
A doutora entrava em desespero. Não podia acreditar naquilo que estava presenciando. Aos poucos, ela ia sendo envolvida pela ilusão de Zugami.
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Akira acordava com o barulho de sirene. Como sempre, viver nas ruas tinha daquilo, além de dormir em camas improvisadas com papelão, qualquer barulho podia acordá-lo, até mesmo o de seu estômago.
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- Ei, Long, estou faminto! – dizia Akira. – Vamos ver o que encontramos por aí? Er... Long?!
Long não parecia nada bem. O companheiro de Akira estava recolhido, tremia todo. Em todos aqueles anos morando na rua, Long nunca havia ficado doente antes. Ele não sabia o que fazer, Long sempre o acompanhara, estivera ao seu lado. Aquele cachorro era a única família que Akira tinha. O herói vermelho gritava desesperado por ajuda, mas ninguém aparecia. Ele olhava para a saída do beco onde estava e via as pessoas andando e fingindo não o escutar.
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Yuu estava meditando em meio a uma floresta usando seu uniforme do dojo. Ele se concentrava escutando nada além dos sons da natureza. O vento batendo nas árvores e levando as folhas. Os insetos e animais a sua volta, o som das gotas que escorriam das folhas ao bater no lago. Aquilo o deixava completamente em paz consigo mesmo.
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- Yuu? – dizia Naru se aproximando dele também com seu uniforme do dojô.
- Hm? O que houve? – Yuu saindo de seu transe de meditação.
- O sensei está nos esperando para começar mais um ensinamento. – respondia a moça. – Vamos?
Naru estendia sua mão para Yuu que, contente, a segura para se levantar. No entanto, os olhos da menina se fixam arregalados e um sangue começa a escorrer de sua boca. Naru cai morta nos braços do rapaz que desesperado procura o culpado vendo em sua frente o Vectoid Crocker.
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- Mas... O-O que está acontecendo aqui?! Quem é você?!
- Sou o Vectoid morto por vocês! – dizia Crocker. – Voltei do mundo dos mortos para ter minha vingança! Hahhahahaha
- Vingança? – Yuu indagava perdido. – Vingança de que? Porquê?
- Isso não importa!!! – dizia o Vectoid usando suas ventosas para atacar Yuu que desvia e usa uma katana pra se defender.
- Tem razão... – ele olhava furioso para o Vectoid. – Não importa. Você matou Naru e agora eu vou matar você!!!
O ninja parte enlouquecido para cima do monstro.
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Hironobu acordava um tanto assustado. Ele olha em volta e se vê em um lugar muito conhecido para ele. Era o mesmo lugar onde ele costumava escapar todas as manhãs enquanto era aluno do sensei Mushi. Uma sensação de nostalgia lhe abatera. O rapaz sorria por um instante até sentir um estalo em sua cabeça que o faz se levantar imediatamente.
- Não é hora pra isso! – ele dizia concertando os óculos em seu rosto.
- Ahhhh!!!! – um grito chamava a atenção do rapaz.
Reconhecendo quem gritava, o ninja nerd sai correndo dando um salto e acertando um monstro nas costas e parando em pé do lado de Lina.
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- Você está bem? – ele perguntava.
- Hi-Hironobu-kun? – Lina ficava feliz em vê-lo. – Hironobu-kun! – o agarrando assustada. – Que coisa é essa?!
- Do que está falando? – Hironobu ficava confuso. – Nós já o enfrentamos antes...
Ele pára em posição de luta no que o monstro abria um sorriso. Era Umbrekasu que, irritado, toma sua forma de guarda-chuva e começa a criar diversos guarda-chuvas.
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- Cuidado! – o rapaz dizia empurrando Lina para o lado e sendo acertado em cheio pelos guarda-chuvas explosivos. Em seguida, ele se levanta um tanto que machucado. – Lina-chan, vamos nos transformar!
Ele mostrava o SlyChange para ela que ficava confusa.
- O-O que é isso?! – ela mostrava o pulso revelando não ter o transformador.
- O quê?! Onde está seu SlyChanger?! – o rapaz confuso sendo acertado por um chute logo em seguida.
Hironobu realiza um rolamento no chão e se posiciona em defesa vendo diante de si alguém que não esperava.
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- Sua luta é comigo! – dizia WhiteKumo que aparecia transformado.
- Você...!
O ninja nerd se via tomado pela fúria e o horror. Seu grande pesadelo havia retornado, Lina parecia não se lembrar de que era uma Slyranger e nem mesmo estava com seu SlyChanger.
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Naru parecia concentrada em sua meditação. Ela estava no dojô do clã Mushi. Pressente uma movimentação suspeita vindo em sua direção quando ela sentada ali acaba sendo trocada por um tronco de madeira. Ela surge atrás do atacante que se defende do seu ataque.
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- Não vai conseguir nada com um ataque tão básico... – Naru dizia. - ... Sensei.
- Como já era de se esperar. – o sensei Mushi sorria. – Mas, não há ninguém aqui. Você pode me chamar de pai.
Naru se desarma e volta a fechar seus olhos. Ela tentava se concentrar novamente.
- Naru. – o sensei continuava. – Você está sempre treinando, filha. Porque não relaxa um pouco mais?
- Um bom ninja deve estar sempre preparado. Deve estar sempre em constante treinamento. – ela respondia sem abrir os olhos. – O senhor me ensinou isso, sensei.
O sensei dava um suspiro entristecido. Ele ajeitava o dojô enquanto conversava.
- Naru, você é uma excelente ninja minha filha. Mas viver também é importante. Você não interage direito com os outros... Soube que Yuu se declarou a você.
- E o que tem isso?
- Ele me parece um bom rapaz. – respondia o sensei.
- Relacionamentos são supérfulos. Um ninja não precisa de distrações como namoros, sensei. Quero ser uma grande ninja como o senhor, um dia.
- Fico feliz com isso, mas... – ele ajeitava algumas espadas na parede. - ... Pare de me chamar de sensei!!!
A feição no rosto do sensei mudara completamente. Ele agora parecia enlouquecido e partia para cima de Naru segurando uma katana. A menina desvia do ataque rapidamente e se defende segurando a espada.
- Sempre irritantemente séria. – ele dizia. – Sempre a ninja dedicada, mas sempre uma filha ingrata e terrível!
- Você não é o sensei! – Naru enquanto fazia forças para conter o ataque. – O sensei jamais me atacaria assim!
- Parabéns, você descobriu o mundo! – o falso sensei em ironia. – Agora morra de uma vez!
Apesar de ser um falso sensei, era tão habilidoso quanto o original. Naru tinha dificuldades o combatendo. Os outros slyranger iam aos poucos se recobrando da verdade até que por fim, cada um conseguia quebrar sua ilusão. Por fim, Naru escapa de um ataque e automaticamente crava uma adaga no peito do falso sensei. Apesar de saber que era falso, ver a expressão de vida se esvaindo do sensei era horrível.
- Preciso encontrar os outros... – ela pensava no instante em que via o dojo ruir.
Aos poucos, a imagem do dojo ia se desfazendo assim como a dos outros cenários. No entanto, o único ainda preso a ilusão era Simas. O rapaz continuava encolhido em meio ao vazio.
- Abandonado... – ele repetia. – Por todos os meus amigos... estou tão só...
- Não você não está! – dizia a voz de Akira no que o mesmo quebrava parte daquele vazio e aparecia diante de Simas.
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- Akira-san... – Simas ainda abatido e dominado pela depressão. – É você mesmo?
- Sim. Isso aqui não passa de uma ilusão criada por Vector. – explicava o líder vermelho.
- Então... vocês não me abandonaram?
- Mas é claro que não! – Akira abria um sorriso se aproximando de Simas e o tocando. – Você é um membro fundamental da nossa equipe, Simas-san. Jamais o deixaríamos pra trás. Vamos, precisamos sair daqui.
- Certo. – Simas se levanta junto com Akira. – Obrigado, Akira-san.
Akira não diz nada, apenas abria um sorriso que Simas conseguia ver que era sincero. A escuridão terminava de se quebrar e então uma forte luz tomava conta deles os fazendo aparecer em uma pedreira abandonada. Agora todos estavam reunidos.
- Malditos! – dizia Zugami que estava diante deles. – Como?! Como foram capazes de se libertar da minha prisão dos temores?!
- Vocês de Vector jamais entenderão! – dizia Akira.
- Os temores dos seres humanos sempre poderão ser superados e isso sempre os deixarão mais fortes! – explicava Hironobu.
- Dra.Marie... Simas, vão para um lugar seguro! – dizia Naru. – Deixe o resto com a gente.
- Certo. – concordava Marie puxando Simas para longe dali.
- SlyChange! – diziam os cinco em uníssono iniciando a transformação.
Eles são tomados por uma energia de luz, cada uma em sua respectiva cor. Essa luz se converte em um fundo e um uniforme ninja com detalhes dourados cobre seus corpos. A cabeça é revestida com um capacete que ganha uma placa dourada em forma de insetos diferentes para cada um, acima do visor.
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- Imperceptíveis como insetos! - dizia RedKabuto esticando a mão para cima e a fechando - Implacáveis como ninjas! - ele puxa a mão de volta para si - Mushi Sentai...
- Slyranger! - dizem os cinco em uníssono parando cada um numa pose ninja.
- Soldados Kallar! – dizia Zugami chamando pelos soldados que surgem indo pra cima dos heróis.
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BlueChoo desvia dos soldados indo diretamente para cima de Zugami que, para se defender do ataque, puxa sua foice. Os dois disputam forças enquanto se encaravam. BlueChoo nunca havia sentido tanta raiva de alguém antes.
- Você gosta de se aproveitar do medo dos outros, não é?! – dizia a heroína fazendo força. – Usou a mim e aos meus amigos, nos manipulou... – ela se desvencilhando da disputa de forças e atacando Zugami.
- Idiota! – o Vectoid gritava. – Acha mesmo que está livre da minha casa?! Hahahahhaha vocês ainda estão nela! – o monstro erguendo sua foice e a movendo de forma a fazer um círculo em sua frente. – Zona das Almas Perdidas!
Zugami empurra o circulo com a palma de sua mão. O círculo começa a puxar o corpo de BlueChoo que é jogada em um lugar escuro, repleto de fumaças e que parecia alternar de cor no fundo. Ela é repentinamente atacada por diversos fantasmas que a faziam soltar faíscas ao entrarem em contato com seu corpo. Ninjas de uniformes negros e rostos escondidos por máscaras de caveiras apareciam a atacando de todos os lados. Em seguida, o rosto de Zugami aparece de forma gigantesca e este abre a boca fazendo com que diversas borboletas negras saíssem dela e atacassem BlueChoo.
- Se você gosta tanto assim de borboletas... – a heroína dizia ao levantar-se uma vez mais. – Mushi Ninpou: Pólen Explosivo!
Usando suas armas para ajudar, BlueChoo cria a ilusão de um par de asas de borboleta em suas costas. Ela então lança pólens que, ao atingirem as borboletas negras, causam uma forte explosão de fagulhas que a faz voltar a pedreira e com que o vilão caísse ferido no chão.
- Mandou muito bem, Naru! – diz RedKabuto se aproximando dela junto com os outros após derrotarem os soldados. – Muito bem, pessoal! Vamos acabar logo com isso!
- Esperem! – dizia o vilão levantando-se. – Tem certeza de que querem fazer isso? – Ele aponta para o alto da pedreira onde as crianças que foram resgatar estavam amarradas por correntes e vigiadas por alguns Kallars. – Se me derrotarem, essas crianças ficarão presas aqui pra sempre! Hahahahhahaa!
- Tem certeza?! – dizia a voz da Dra.Marie que aparecia atrás dos Kallars e os acertavam com um soco enquanto que Simas prendia outros com as boias e os chutavam pedreira a baixo.
- Essa não...! – Zugami dizia surpreso virando-se para os nossos heróis novamente que já haviam encaixado suas armas e formado uma arma única e mais potente.
- SlyCannon! – diziam os cinco em uníssono. – Mushi Hissatsu Waza!
Zugami corre na direção dos nossos heróis com sua foice nas mãos. Eles disparam uma poderosa rajada contra o Vectoid que é atingido em cheio, caindo no chão e causando uma forte explosão enquanto os Slyranger desmontavam a arma e paravam em pose de vitória. A felicidade dos heróis dura pouco uma vez que Zugami é revivido por Vector e torna-se gigante.
- Pessoal, vamos fazer aquilo de novo. – dizia RedKabuto.
- Ok! – diziam os outros em uníssono.
Os cinco se concentram de forma a criar uma sintonia entre eles e seus Mushishin.

KABUTOSHIN! KUWAGASHIN! HACHISHIN! MANTISSHIN! CHOOSHIN!
SLICING GATTAI DA!


Os espíritos Mushi começam a se movimentar para a junção. Kabutoshin se movimenta de forma parecida como se fosse ativar o modo Sennin, porém, os braços e pernas não saem dos compartimentos. Kuwagashin toma a forma de um braço e se prende ao lado esquerdo de Kabutoshin. Hachishin faz o mesmo, porém se encaixando ao lado direito. A carcaça de Mantisshin se desprende das rodas e se encolhe formando a cintura do robô. As asas de Chooshin se desprendem no que o corpo se divide e toma a forma das pernas se encaixando ao restante do corpo. Os olhos de Kabuto Sennin brilham num tom verde enquanto a boca do robô ganha uma proteção e uma placa dourada surge acima dos olhos, completando a transformação.
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- Ok! Mushi Slyjin! Saaaanjou! – dizem os cinco em uníssono.
O Mushi Slyjin bate com as mãos uma na outra e parte para cima de Zugami iniciando uma disputa de forças. Os dois acabam por ir pra trás e então Zugami atinge Slyjin com sua foice o que faz com que o robô se afaste espalhando fagulhas. Em seguida, o Vectoid parecia cortar os céus que se escuressem.
- Pessoal, fiquem atentos com a ilusão de Zugami! – advertia BlueChoo.
Assim como anteriormente, Zugami desaparece e vários fantasmas aparecem em forma gasosa e atacando Slyjin que apenas rodopiava perdido. Em seguida, os fantasmas desaparecem e o rosto de Zugami aparece como se fosse um holograma. Ele abre a boca e, ao invés de borboletas negras, uma poderosa rajada de fogo atinge Slyjin que é jogado no chão.
- Mushi Ninpou: Relâmpago da Floresta! – diziam os cinco em uníssono.
Slyjin pára em pose ninja e então diversos relâmpagos caem atrás dele criando um enorme clarão que faz o céu clarear novamente. Zugami cai no chão de corpo inteiro e então os nossos heróis se preparam para seu ataque final.
- HISSATSU! SLICING FINAL STRIKE! – os cinco todos juntos.
O céu se fecha chamando a atenção e assustando o Vectoid. Um trovão cai na mão de Slyjin convertendo-se em uma espada que é energizada pelo robô. Em seguida, ele corre na direção do inimigo desferindo golpes de cortes que formavam um “S”. Zugami gira em 360º e se choca com o chão causando uma forte explosão. Slyjin pára em posição de vitória.
Passado algum tempo, Kyo estava em casa. O garoto não parava de se preocupar com os amigos quando de repente tem a impressão de ouvir a voz de um deles do lado de fora. Ele corre rapidamente abrindo a porta e vê seus amigos junto com os Slyranger, Marie e Simas.
- Vocês os salvaram mesmo! – dizia o menino com um enorme sorriso no rosto. – Muito obrigado! Muito obrigado mesmo!
- Ora, o que é isso garoto! – dizia Akira sorrindo.
- Ei, Ryuji... – dizia Saiki um tanto sem graça. – Me desculpe! Desculpe por dizer aquelas coisas todas sobre o seu peso. Aquilo não foi legal.
- Eu também! – interrompia Iori. – Foi mal por mais cedo.
- Tá tudo bem! – dizia Ryuji feliz em ouvir as desculpas dos amigos.
- Amigos? – Saiki perguntava esperando ansioso pela resposta de Ryuji.
- Claro! Pra vida toda!
Os meninos corriam pra lá e pra cá. Observando a felicidade nos rostos de cada uma das crianças, os nossos heróis assim como a doutora e Simas reforçam a promessa de proteger o sorriso e a felicidade de cada criança no mundo e que acabariam com Vector de uma vez por todas.
つづく...

Encerramento: https://www.youtube.com/watch?v=Y5zj3dwNxJw

Enciclopédia da Dra.Marie
- Olá. – dizia a Dra.Marie olhando para a tela. – Vamos dar início ao nosso quadro com curiosidades do mundo dos insetos! Hoje falaremos sobre as borboletas!
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*As borboletas têm um tempo de vivência de acordo com sua espécie. Algumas vivem por poucas semanas, outras podem chegar a viver quase um ano;
*São de sangue frio e não podem suportar as condições do inverno em estado ativo, porém, podem sobreviver no tempo frio hibernando em locais protegidos;
*Ao contrário do que se é mostrado, algumas borboletas se alimentam de pólen, frutas podres, esterco dos animais e a seiva das árvores e não apenas do néctar das flores;
*Se comunicam principalmente por meio de sinais químicos e pelo uso de som;
*São símbolo de transformação e recomeço. No japão, as borboletas brancas simbolizam a felicidade matrimonial e normalmente são usadas em pares;
*Para os egípcios, quando alguém morria o seu espirito abandonava o corpo em forma de uma borboleta negra;
*Na Europa, ainda nos tempos atuais, muitas pessoas acreditam que a borboleta negra seja a alma de uma criança que morreu sem receber o batismo;
*O povo nórdico acreditava que as bruxas se transformavam em borboletas negras.
Uma sombra aparecia em uma cortina atrás de Marie. Ela olha assustada ao ver que a sombra formava uma borboleta, a doutora engole a seco e puxa uma vassoura e começa a bater na cortina atrás dela.
- Ai, ai, ai, ai! – A voz de Simas era escutada do outro lado. – O que eu fiz agora, doutora?
A doutora olhava um tanto constrangida ainda com a vassoura numa mão e coçando a cabeça com a outra.
- Ops...

Soya! Preparem suas shurikens! Afiem suas Katanas! Nossa próxima missão é...
Lina é surpreendida na rua quando um rapaz se declara a ela. Os dois saem em um encontro que parece não dar muito certo devido a uma série de azares. Uma grande revelação é feita. Layer 12 – Bad luck love, good luck fight.

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