| 2005 - Kamen Rider Hibiki |
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| Escrito por Fernando Mucioli |
| Sáb, 02 de Janeiro de 2010 13:28 |
Kamen Rider Hibiki, o inovador herói de 2005
Pouco mais de um mês se passou desde que estrearam as novas séries de Tokusatsu da TV Asahi nessa temporada 2005-2006: Kamen Rider Hibiki e Mahou Sentai Magiranger. Com cinco episódios exibidos da primeira série e três da segunda, já dá pra tirar as primeiras impressões. Então, aqui no OhaYO, vamos tentar analisar: em que pé começaram as séries desse ano e o que podemos esperar delas. Para começar, o novo Kamen Rider. O nascimento do Rider caçador Há quem diga que com o final de Kamen Rider Blade, no começo desse ano, acabou a era das séries mais “comerciais” de Kamen Rider até hoje. Quando foram retomadas as séries de Rider, com Kamen Rider Kuuga (2000), as pessoas ficaram espantadas com o número de formas diferentes que o herói possuía, mas não chegava a ser uma coisa escandalosa. O mesmo aconteceu com Agito, do ano seguinte, que tinha menos formas, mas dessa vez a séria tinha três heróis. Então em 2002 a coisa escancarou de vez: Kamen Rider Ryuki apresentava um total de treze Riders, heróis e vilões, cada um com seu próprio monstro companheiro, armas e Obviamente, o fato de uma série ser mais ou menos comercial não implica em sua qualidade, visto que Ryuki, Faiz e Blade foram séries boas, que gozaram de um grande sucesso, mas sempre fica aquela sensação de “série caça-níqueis” pairando sobre nossas cabeças. Então, esse ano, decidiram mudar tudo. Uma revolução total. Desde o final de Blade, quando começaram a pipocar as primeiras imagens de Kamen Rider Hibiki., já se imaginava que a série iria seguir outra linha, mais séria, mais “dark”. Será? “Henshin” é coisa do passado A verdade é que o visual definido para Hibiki destoa de todas as séries dos anos anteriores e impressionou, de um jeito ou de outro. As cores predominantemente escuras, chifres, a máscara, tudo levava a crer que a série teria uma temática mais carregada e violenta. Tudo isso vai por água abaixo nos cinco primeiros minutos da série. Logo no primeiro capítulo, vemos Adachi Asumu, o rapaz que depois se torna amigo e companheiro de Hibiki levantando e indo para a escola. Seria uma seqüência comum dentro de uma série, se tudo não fosse executado de forma que padecesse um musical, com direito a coro e sons das ruas transformados em ritmos musicais, tudo muito alegre. Depois conhecemos Hibiki, o alter-ego do Kamen Rider. Ao contrário do que vinha sendo feito de Kuuga (talvez até de Black) até aqui, o ator que interpreta Hibiki é um homem de mais idade, na altura dos trinta, quarenta anos. Hibiki é um homem gentil, porém um tanto quanto atrapalhado e está sempre disposto a ajudar.
Para encontrar os demônios, Hibiki e seus companheiros vão até determinado lugar e os “disks” entram em ação. São pequenos discos metálicos que tomam a forma de pequenos animais que obedecem as ordens do Rider e têm a missão de localizar os monstros e ajudar em momentos de perigo. No decorrer da história, o jovem Asumu se sente atraído pelo mistério que circunda Hibiki e a caça aos demônios, envolvendo-se cada vez mais. Um novo olhar E agora?
Matéria originalmente postada em 01/03/2005 no portal OhaYO! Editada por: David Denis Lobão Fotos: Reprodução Web
Em breve a ficha técnica da série |
| Última atualização em Qua, 13 de Janeiro de 2010 19:37 |










Kamen Rider Hibiki, o inovador herói de 2005
cards especiais para ativar seus poderes. Com isso a Toei e a Bandai fizeram a festa e encheram os bolsos de dinheiro, história que se repetiu ano seguinte, com Kamen Rider Faiz e seus heróis que usavam telefones celulares e outros apetrechos para combater e Kamen Rider Blade, que voltou a usar a temática das cartas, mas de uma maneira diferente e mais “comportada”, por assim dizer.
Ele, junto com um grupo de pessoas tem a missão de caçar demônios nas florestas e montanhas, antes que eles invadam as cidades e ataquem pessoas. Daí temos outro choque: nada de “henshin”, nada de pose, nada de cinto. Para se transformar, Hibiki apenas usa uma espécie de forquilha metálica que vibra ao entrar em contato com algo sólido e cujas ondas sonoras fazem a transformação. Na hora de combater os monstros, nada de chutes como se fazia tradicionalmente: para derrotar os inimigos menores, ele cospe fogo vindo de uma boca que brota em sua máscara e, quando chega à hora de combater os maiores, ele retira o disco preso a seu cinto e gruda-o no inimigo, fazendo com que ele se transforme em um taiko (tambor japonês). Daí, com duas baquetas especiais, ele vai batendo no tambor até que o monstro exploda.
encerramento dando a impressão de ser algo mais próximo de um enka (música tradicional japonesa) ou música de seriado dos anos 70/80. A direção da série, feita com cortes bruscos e inserções de telas pretas simples ou com algum kanji (caractere japonês) para dar ênfase a uma idéia em determinadas cenas e a belíssima fotografia de cidades e também nos planos de floresta.
